VCGL Project Control
Orçamento · Custo real · Cashflow · Baselines

Saiba quanto custa o projecto antes de ele começar.

A maioria das PME só sabe se ganhou dinheiro numa obra depois de a fechar. O Project Control responde antes de assinar — quanto custa, que margem deixa e que dinheiro é preciso pôr até o dono da obra pagar — e depois acompanha o desvio no dia em que ele aparece, não no fim.

Feito em Portugal, para quem faz obra pelo mundo fora

Lucro e dinheiro no banco não são a mesma coisa

Esta empreitada de 486 000 € deixa 83 300 € de margem — está bem vendida. Mexa nas condições de pagamento e veja o que acontece: a margem não muda nunca, mas o dinheiro que a empresa tem de pôr do próprio bolso até receber salta de zero para mais de 80 000 €. Uma folha de cálculo de orçamento responde à primeira pergunta e não faz ideia da segunda.

construtora-exemplo.prjctrl.vcgl.pt/projectos/etar-vale-fundo
Reabilitação da ETAR de Vale Fundo Empreitada · 14 meses · autos mensais
Adiantamento na adjudicação
O dono da obra paga a
Facturação
486 000 €
Custo
402 700 €
Margem
83 300 €
Tesouraria necessária
—
—

 

A folha de cálculo só diz a verdade no fim

E no fim já não há nada a fazer. O desvio de uma obra constrói-se semana a semana, em horas que ninguém somou e em subempreitadas que se adjudicaram sem olhar ao que sobrava.

Ter lucro no papel e não ter dinheiro no banco

São coisas diferentes, e é a segunda que fecha empresas. Uma obra rentável com 90 dias de recebimento e 30 de pagamento precisa de tesouraria que ninguém contou.

Combinou-se por telefone, e agora não há prova

Trabalhos a mais entram na obra sem entrar em lado nenhum. Quando chega a altura de os facturar, falta o registo — e a margem já foi.

O que o Project Control faz

Não é um gestor de tarefas com um campo de custo ao lado. É um controlo financeiro de obra, construído à volta da pergunta que interessa: esta obra ainda dá lucro?

WBS e Gantt

Fases, tarefas e marcos numa árvore como a do MS Project. Dependências com folga, caminho crítico, e datas que se reajustam sozinhas quando uma predecessora escorrega.

Orçamento por tarefa

Mão-de-obra, materiais, equipamento e subempreitadas, tarefa a tarefa, com roll-up automático para as fases. O orçamento congela no arranque e passa a ser a referência.

Custo real, não estimado

O real vem das horas aprovadas pelo gestor, dos custos directos e das despesas — e só até hoje. Previsto contra real, tarefa a tarefa, com aviso quando o consumo ultrapassa a execução.

Cashflow com prazos reais

Recebimentos no prazo do cliente, pagamentos no prazo do subempreiteiro. É isto que revela a necessidade de tesouraria antes de ela chegar — e é a diferença entre lucro e liquidez.

Baselines e pedidos de alteração

Três referências que não se misturam: o compromisso, o plano vivo e o real. Depois do arranque, congelar um plano novo exige um pedido de alteração aprovado — a derrapagem fica com dono e data.

Portal de horas com aprovação

Cada colaborador lança as suas horas numa folha semanal. O gestor aprova ou rejeita com motivo — e só as aprovadas contam para o custo. Rejeição sem motivo o sistema não aceita.

Registos e evidências

Modelos de registo por tipo de trabalho: fotografia, relatório, medição, assinatura do cliente. Podem ser obrigatórios para fechar a tarefa. No fim sai um dossiê para enviar ao dono da obra.

Calendário de trabalho

Dias úteis, feriados e paragens, por empresa ou por obra. Marcar um mês de paragem estica as tarefas em vez de as deixar a mentir no plano.

Cascata ou fluxo

Obra com plano e datas, ou trabalho contínuo num quadro Kanban — a metodologia escolhe-se por projecto, e o controlo de custo é o mesmo nos dois.

Como funciona

Três passos, e o terceiro é o que muda o dia-a-dia.

Orçamenta-se a obra

Constrói-se a WBS, atribui-se custo a cada tarefa e define-se o plano de facturação. Sai daqui o valor que se propõe ao cliente.

Passa a execução

O orçamento congela e passa a ser a baseline. A partir daqui o plano vive, mas a promessa fica registada — e as duas comparam-se a qualquer momento.

A obra reporta-se sozinha

As equipas lançam horas, o gestor aprova, os custos e as despesas entram. O custo real, o desvio e o cashflow actualizam-se — sem ninguém abrir uma folha de cálculo.

Já é cliente?

Cada empresa tem o seu endereço próprio. Escreva o nome curto da sua empresa:

.prjctrl.vcgl.pt

Ainda não é cliente? Peça uma demonstração — mostramos com uma obra sua.